Destaque dentro e fora do país

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Leyla Nascimento: novos desafios, agora à frente da Fidagh

À frente da ABRH-Brasil nos últimos seis anos, Leyla Nascimento se prepara para novos desafios. A partir de janeiro, ela estará na presidência da Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana (Fidagh). Trata-se, segundo ela, do resultado de uma atuação menos tímida e mais diferenciada da associação brasileira além de nossas fronteiras. Exemplos dessa maior e mais constante presença internacional foram a criação do Global Studies Committee (GSC 20) e a parceria com a Society for Human Resource Management (SHRM) para o início do processo de certificação de profissionais de recursos humanos por aqui. Esses são algumas das iniciativas e realizações da atual gestão da ABRH-Brasil que se encerra neste mês.

Quais os maiores aprendizados nesses seis anos à frente da ABRH?

Para mim, o maior aprendizado está na atuação com os líderes que compõem os diferentes projetos e áreas de atuação da ABRH. São pessoas incríveis, inovadoras e com o desejo de trabalhar como voluntário em nossa causa profissional. Com eles tive um verdadeiro doutorado em liderança que jamais esquecerei.

E quais os maiores desafios?
O maior desafio foi cumprir tudo que previmos no Projeto Valorh da primeira gestão e o Mais Valorh do segundo mandato. Eram dois grandes planos estratégicos que estabelecemos para dar uma arrancada para o crescimento e maior influência e representatividade da ABRH em todo país e em âmbito internacional. Eles foram a nossa bússola que nos guiou e mostrou o quanto seríamos capazes de realizar. Posso dizer com segurança que nossa diretoria e conselhos atingiram 98% dos resultados previstos. Estou me referindo desde a reformulação de estatuto, normas e regimentos, criação de nova marca, a projetos de grande repercussão nacional e internacional. Foram conselhos, diretorias, presidentes de seccionais, coordenadores e comitês das seisssss edições do CONARH, os coordenadores do Fórum de Presidentes e com o competente suporte de nossa equipe de colaboradores, que possibilitaram essa jornada da qual muito me orgulho.

E por falar em grandes desafios, um deles é manter a atratividade e grandiosidade do Congresso Nacional sobre Gestão de Pessoas (CONARH)…
Sem dúvida. Ele acumula os títulos de maior evento de gestão de pessoas da América Latina e segundo maior do mundo. Manter e ampliar sua importância é uma tarefa árdua, porém gratificante, ainda mais em um mundo conectado, com milhões de informações disponíveis online. Nos últimos três anos, procuramos incrementar o congresso e a feira de negócios Expo ABRH no seu poder de atratividade, no networking e no compartilhamento de conhecimento. Nesse sentido, foi dada atenção especial à interação entre o público e dele com os palestrantes e as empresas expositoras da feira. Para tanto, a ABRH-Brasil intensificou os investimentos em soluções tecnológicas e na criação de atividades diferenciadas, nos auditórios e na feira. Na área de conteúdo, a ABRH-Brasil promoveu um upgrade na programação ao ampliar a abordagem dos temas para três níveis – Mundo, Brasil e RH –, de forma a propiciar aos congressistas uma visão 360 graus de temas estratégicos para sua atuação nas organizações.

Em termos de resultados, o que chama a atenção?
É difícil dizer se algum resultado é melhor do que outro. São muitas as conquistas, muitas contribuições para a associação e para o profissional de RH. Houve um avanço no número de participantes, que saltou de 23,5 mil, em 2013, para 29 mil em 2015 e, mais do que salto quantitativo, uma importante aproximação do CONARH com um público estratégico para a associação: os jovens profissionais de RH.

Neste ano, com o tema A arte da gestão de pessoas, houve uma aproximação do mundo corporativo com o mundo das artes. E foram apresentadas muitas novidades.
Na Expo ABRH, por exemplo, tivemos a Batalha dos Artistas, que levou integrantes da Art Batle para pintar telas ao vivo, em um “duelo” diferente. No congresso, o grafiteiro paulista Apolo Torres produziu sua arte durante as palestras, inspirado pelos temas dos palestrantes. Outro destaque foi o lançamento do aplicativo CONARH Network, um sucesso de público, pois foram contabilizados durante o evento 2,9 mil downloads e mais de 100 mil interações. O aplicativo permitiu aos participantes trocarem cartões de visita virtuais e enviarem perguntas aos palestrantes, entre outras atividades. Além disso, com a proposta de cocriação, levamos ao congresso o Game Jam, que desafiou os participantes a desenvolverem, ao vivo, jogos empresariais focados em gestão de pessoas.

Nos últimos seis anos, houve uma valorização das seccionais. Como se deu isso?
O programa ValoRH – Solidez e Transformação da ABRH no Brasil foi criado pelos atuais gestores da associação e foi implantado no primeiro triênio para fortalecer todas as seccionais e, consequentemente, a ABRH no país. Nesse sentido, houve uma inversão estratégica da pirâmide de valor do Sistema ABRH: a ABRH-Brasil passou do topo para a base, na posição de impulsionadora do desenvolvimento das seccionais, agora situadas no topo. Em continuidade a esse trabalho, o programa passou por um upgrade e passou a se chamar programa Mais ValoRH. E cinco grandes projetos deram continuidade à maior integração e ao fortalecimento das 22 seccionais.

Quais destacaria?
Entre todos, temos o Projeto Benchmark. Foi levantado o melhor de cada seccional e, a partir desse levantamento, foram promovidos encontros regionais para a apresentação das melhores práticas de gestão. Dessa forma, a ABRH-Brasil estimulou a disseminação e o compartilhamento de experiências bem-sucedidas, contribuindo para que as seccionais possam melhorar continuamente seus processos e eventos por meio do exemplo de seus pares.

Qual o papel das seccionais?
O período de 2013 a 2015 foi de consolidação de uma agenda nacional rica em conteúdo, para atender aos diferentes públicos do Brasil, um país-continental. As seccionais, nesse sentido, por meio da realização de congressos anuais, promoveram o encontro da comunidade local de RH, e também mantiveram o compromisso de aproximação com líderes empresariais para o debate sobre gestão de pessoas na ótica dos presidentes e CEOs.

A ABRH-Brasil aumentou sua participação além de nossas fronteiras, não?
Sim. Nossa participação na Federación Interamericana de Asociaciones de Gestión Humana (Fidagh) tomou outra dimensão. Saltamos de uma atuação tímida para uma presença diferenciada.

#L#

Tanto que a senhora, ainda presidente da ABRH, foi eleita presidente para assumir a liderança da federação no ano que vem.
Sim. Além disso, como associação-membro Fidagh, a ABRH buscou uma maior participação em projetos relacionados à WFPMA (World Federation of People Management Associations), da qual recebemos respaldo incondicional em nossas iniciativas. Com isso, pudemos atuar de forma influente em nível global e, também, estamos muito mais perto das novidades e tendências no mundo do trabalho, podendo, assim, melhor apoiar os profissionais de recursos humanos e gestores de pessoas do Brasil.

Dessa atuação nasceu o GSC 20. O que vem a ser isso?
Alinhado à atual dinâmica de trabalho em rede, esse projeto foi impulsionado pela ABRH-Brasil, motivada, principalmente, pela necessidade de haver um espaço mundial que reúna as discussões sobre assuntos das relações do trabalho, como liderança, modelos de gestão, expatriados, benefícios e qualidade de vida. Assim, como nos moldes do Grupo dos 20, ou G20, que reúne as maiores economias mundiais, a área de gestão de pessoas ganhou, em 2015, um espaço de discussão internacional: o Global Studies Committee ou GSC 20. Coordenado e liderado pela WFPMA, o grupo vai reunir as 20 maiores entidades de RH do globo.

A ideia é debater temas relevantes para o RH, trocar experiências?
Serão temas debatidos em órgãos como Organização Internacional do Trabalho (OIT) e Organização das Nações Unidas (ONU), porém, com maior abrangência, e não sob o ângulo específico do RH. O GSC20 também abre a possibilidade de discutir temas de interesse dos brasileiros e conhecer o que os outros países têm feito a respeito, prestando, dessa forma, mais um serviço aos associados da ABRH, compartilhando as práticas internacionais em todo o país, através das seccionais.

Ainda falando sobre a presença da associação fora do país, que outra ação destacaria?
Há uma ação importante, junto à Society for Human Resource Management (SHRM), coirmã norte-americana, com a qual vamos certificar profissionais de RH brasileiros. A parceria com a SHRM foi feita em 2014 e vai possibilitar aos profissionais buscarem dois tipos de certificação: SHRM-CP, para profissionais de média gerência; e a SHRM-SCP, voltada a executivos de alta gerência de RH. Ambas certificam tanto competências técnicas quanto comportamentais.

Quais as vantagens da certificação?
Com essa iniciativa, que está em fase de implementação no Brasil, a ABRH propiciará um instrumento de desenvolvimento de carreira para o profissional de RH fornecendo parâmetros internacionais de comparação em relação ao seu conhecimento e expertise. Em um segundo momento, a parceria envolverá o processo de recertificação, a fim de garantir o desenvolvimento e aprimoramento contínuo dos profissionais de RH brasileiros.

Um dos reflexos dessa maior participação da associação fora do país foi a mudança de seu nome, passando de ABRH-Nacional para ABRH-Brasil.
Sim, e a logomarca também foi reformulada. A primeira, de 1967, era inspirada na obra Homem Vitruviano, de Leonardo da Vinci, simbolizando o ser humano como centro das atenções e emissor de realizações. Agora, passamos a ser representados por uma bússola estilizada e a figura humana (a seta da bússola), simbolizando o ser humano colocado na direção de uma gestão de pessoas avançada, por meio da criação colaborativa.

Falando em gestão de pessoas avançada, não há como não pensar em mobilidade. O que a associação fez sobre esse tema?
A busca por alternativas de vida sustentável, consonantes com um mundo em ebulição, nos levou a criar um espaço dedicado a explorar com profundidade uma das modalidades de trabalho que estão revolucionando as relações no mundo corporativo: o trabalho a distância. Em parceria com a ABRH-SP, promovemos, em maio do ano passado, o I Fórum ABRH de Teletrabalho – Trabalho a Distância e Tecnologia Inovando a Gestão de Pessoas. Reunimos os principais especialistas no assunto para jogar luzes sobre como o trabalho a distância está mudando o dia a dia dos profissionais, das empresas e da sociedade.

Aliás, foram vários fóruns.
Exatamente. Em 2013, promovemos o I Fórum Nacional ABRH de Coaching – Essência e Melhores Práticas com Formação Consistente. Traçamos um panorama do coaching, que cresce a passos largos no país, debatendo estratégias, conceitos, práticas e tendências nessa área, com foco no profissional de recursos humanos. Na verdade, o fórum nacional teve origem em 2011, durante o 37º CONARH, no qual, em uma parceria com a International Coach Federation (ICF Brasil), realizamos o Fórum de Coaching com foco nos profissionais de RH.

E um de liderança também, não?
Em 2013 lançamos o Fórum Desafios da Liderança, evento de caráter itinerante, a fim de levar o debate sobre gestão da liderança para as diversas capitais brasileiras. O líder de ontem já não atende mais as empresas de hoje. Mudou o cenário, inverteu-se a ordem econômica, romperam-se as fronteiras da informação e da comunicação, criou-se uma nova geração de profissionais. Da mesma forma, o líder contemporâneo tem novas necessidades, possui outros anseios e enfrenta novos desafios em relação às suas equipes e a si próprio. O fórum promove, a cada edição o debate sob uma ótica diferenciada a respeito do líder: como ele se vê, o que faz para se desenvolver, como entende e como influencia seus liderados, liderança e empreendedorismo, liderança e inovação, o alinhamento com os propósitos da organização e outros aspectos.

Além de tratar de liderança, a ABRH também lançou um fórum para tratar de questões ligadas à sustentabilidade. Qual a importância desse tema?
Lançamos o Fórum ABRH-Brasil de Sustentabilidade (SUSTENTABRH) este ano. Ele vai ser um espaço de debate sobre a interdependência entre a sustentabilidade dos negócios e a gestão de pessoas. O objetivo dessa iniciativa é, por um lado, fazer com que a associação se posicione sobre o tema e, por outro, provocar a reflexão de executivos e técnicos de RH, oferecendo-lhes um olhar mais integrado e sustentável sobre suas práticas. Trata-se de um tema emergente, sobre o qual não há livros publicados em português e, por isso, o fórum foi concebido para ser o mais participativo possível e explorar a inteligência coletiva de seu público a partir das provocações feitas pelos palestrantes. Nesse sentido, foram incluídos na programação espaços de tempo para a reflexão com a participação de moderadores.

Um fórum que já se consolidou no cenário empresarial brasileiro é o dos presidentes. Como foi este ano, em sua 15ª edição?
Ao receber o ministro da Fazenda Joaquim Levy e o sociólogo e analista político Sergio Abranches, o Fórum dos Presidentes ultrapassou todas as edições, registrando a presença de 144 líderes de empresas. Nesses encontros, procuramos sempre alinhar o pensamento dos líderes empresariais às estratégias e políticas de recursos humanos. Esse evento é um importante termômetro da influência e representatividade da ABRH-Brasil na realidade do país.

Outra forma de a associação contribuir para o desenvolvimento do RH brasileiro e da gestão de pessoas são as pesquisas desenvolvidas por ela. Quais destacaria?
A partir dos resultados consolidados das duas edições do estudo global Questões Críticas na Gestão do Capital Humano, publicado em fevereiro de 2014 e 2015, a ABRH-Brasil realizou outro levantamento: Questões Críticas na Gestão do Capital HumanoAções e Intervenções. Nosso objetivo era saber como as organizações estavam administrando as questões críticas e, também, oferecer dados relevantes de apoio às empresas na gestão de seu capital humano. Ainda em relação à questão do capital humano, complementarmente, a associação fez o levantamento Aplicação das Melhores Práticas de Gestão de Performance e Percepção sobre os Obstáculos ao Desempenho. No que se refere à performance, o estudo abordou duas vertentes. Uma delas abordou as nove melhores práticas da gestão do desempenho adotadas pelas organizações de alta performance (aquelas que apresentam crescimento constante em receita líquida, rentabilidade, participação de mercado e satisfação dos clientes). A outra vertente mostrou os quinze obstáculos que mais frequentemente as pessoas enfrentam para atingir o desempenho esperado.

E houve outra sobre inclusão, não?
Apoiamos a realização da pesquisa Profissionais de Recursos Humanos: Expectativas e Percepções sobre a Inclusão de Pessoas com Deficiência no Mercado de Trabalho, iniciativa da consultoria iSocial em parceria com a Catho. O estudo ouviu 2.949 profissionais na primeira edição, feita em 2014, e 1.519 em 2015, na segunda edição. O objetivo é criar uma série histórica, na qual seja possível comparar os resultados e identificar tendências, desafios, evoluções ou retrações dos assuntos relacionados à inclusão das pessoas com deficiência (PcDs) no mercado de trabalho, a fim de que os profissionais de RH possam melhor nortear suas ações inclusivas.

 

 Diversidade pelo Brasil

Ao longo dos últimos três anos, o tema diversidade também fez parte de ações das seccionais da ABRH-Brasil, como destaca Jorgete Lemos, diretora de diversidade da associação. Abaixo, veja algumas dessas iniciativas e depoimentos:

Bahia

O tema “diversidade” foi debatido no 10º Congresso Gestão de Pessoas, realizado pela Associação Brasileira de Recursos Humanos – Seccional Bahia (ABRH Bahia). O painel Diversidade: a arte de ser o que é, que teve mediação de Jorgete Lemos, diretora de diversidade da ABRH, contou com a participação de Hélio Santos, presidente do Instituto Brasileiro da Diversidade (IDB); Andrea S. Regina, gerente de Cidadania Corporativa da DH Latam-Serasa; Lia Sá, presidente da Associação Engenheiros Civis do Distrito Federal (ABENC-DF), e de Mãe Stella, Iyalorixá e escritora que, por questões de saúde, participou por meio de um vídeo.

“Diversidade é a obra mais perfeita que Deus fez. É pensar que todos somos seres, merecedores de respeito, amor, compreensão. Autoridade é sempre respeito ao outro e não apenas dar ordem. Devemos pensar que todos somos a mesma massa”, disse Mãe Stella em sua participação, que emocionou os congressistas.

Em sua explanação, o professor Hélio Santos destacou que a diversidade no Brasil possibilita, para as organizações, a quebra da inercialidade, o paradigma para o mercado e a igualdade de oportunidades. “Se pararmos para pensar o quanto perdemos por dispensar talentos, vamos ter uma convulsão”, afirmou, completando com os estágios básicos da gestão da diversidade nas empresas: “Sensibilização, diagnóstico (censo), estabelecimento de metas, treinamento e controle”.

Na sequência, Andrea S. Regina falou sobre o case da DH Latam-Serasa, que possui uma política de valorização da diversidade, e citou, como exemplo da gestão, o jardim sensorial, que possibilita aos deficientes visuais interagir com o meio ambiente.

Quem finalizou painel foi a presidente ABENC-DF, Lia Sá, que defendeu a igualdade de oportunidades entre homens e mulheres, mostrando um panorama da evolução dos direitos das mulheres no Brasil, desde o século 20.

Sergipe
O tema também fez parte do Congresso Estadual de Gestão de Pessoas de Sergipe, em outubro, sendo muito elogiado pelos congressistas e palestrantes. Foi realizado um painel com a diretoria de inclusão do Estado, com a associação da pessoa com deficiência e com um empregador. A experiência gerou um rico debate com a interação do público.

Paraíba
No ano em que completou 25 anos de vida, o Congresso Paraibano de Gestão de Pessoas também teve o tema presente. Nele, a diretora de diversidade da ABRH-Brasil, Jorgete Leite Lemos, levou aos paraibanos um dos temas mundialmente em alta na gestão de pessoas ao apresentar a palestra Envelhecimento ativo: Empresas vivas e competitivas.

“Jorgete provocou muitas reflexões ao ressaltar, por exemplo, que envelhecer ativamente é um objetivo de todas as gerações e que garantir a longevidade com senso de propósito é relevante para alcançar significado pessoal e profissional”, avaliou Maria da Penha Silva dos Santos, presidente da ABRH-PB

Alagoas
Em Alagoas, Danielle Maciel, presidente da seccional, comentou que o projeto de Valorização da Diversidade, da ABRH-Brasil, foi acolhido pela ABRH-AL, a partir da criação da Diretoria da Diversidade que passou a ser liderada por Rita Mendonça. .

 Ceará
Janete Bezerra, diretora de Educação, Desenvolvimento e Pesquisa da ABEH-CE, conta que, no evento realizado pela seccional que trouxe o tema diversidade, foram feitas várias “reflexões sobre quem fomos nós no passado e o que necessitamos hoje para sermos verdadeiramente felizes agora neste presente em que estamos construindo um futuro para nossos filhos, netos e todos.”

Goiás
Em 2013, no Congresso de Gestão de Pessoas (XIII GOIANARH), Jorgete Lemos falou sobre o tema diversidade, focando mais as diferenças geracionais, que era o tema do evento. O evento contou com a presença de mais de 150 pessoas, sendo o público formado por colaboradores do Bradesco e associados da ABRH-Goiás.

Santa Catarina e Minas Gerais
Nesses Estados, o tema também esteve na grade dos seus respectivos eventos regionais, sendo apresentado por Jorgete.

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