Dinheiro ou experiência na hora de premiar?

Com pouco investimento é possível premiar colaboradores e valorizar suas realizações no mundo corporativo, diz especialista

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Andre Susskind, CEO da Viva! Experiências

A maneira de como premiar uma equipe ou pessoa por resultados sempre merece alguma atenção. Oferecer dinheiro ou proporcionar uma experiência? Qual seria a melhor opção?

Para Andre Susskind, CEO da Viva! Experiências, proporcionar algo além da compensação financeira é melhor para o colaborador. “Dinheiro, nesses momentos, é impessoal; o reconhecimento precisa ser importante, com uma experiência proporcional ao empenho e dedicação do colaborador. O dinheiro como bonificação ou reconhecimento é algo padrão, equivale a um ‘tapinha nas costas’. Já a experiência mostra que o empregador procurou algo valioso e único para presentear”, analisa Susskind. Para ele, oferecer experiência significa proporcionar ao colaborador uma série de itens que podem aguçar sentidos, seja pela gastronomia, bem-estar, esporte, viagens ou aventuras.

Em tempos de recesso financeiro como este que o país enfrenta, recompensar com dinheiro talvez seja mais atrativo, ou pelo menos mais demandado pelos colaboradores. Mas Susskind acredita que oferecer uma experiência nova seja mais proveitoso, pois será marcante na vida do premiado, gerando satisfação e transformando-se em boas lembranças. “Dinheiro sempre vem bem a calhar, mas não é algo que vai ficar na memória. A empresa precisa celebrar e reconhecer a meta alcançada e, nesse caso, propomos sempre que se ofereça uma experiência, que depois de vivida, vira uma boa lembrança e pode ser até uma boa forma de fugir do estresse que a crise provoca”, completa Susskind.

As expectativas da empresa com esse modelo de negócio são boas, e ela espera fechar 2017 com um faturamento de R$ 12 milhões, um crescimento de 20% se comparado ao ano passado.

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