Você conhece o Netliving? Saiba como praticá-lo em comemorações corporativas

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    É comum nas pequenas e médias empresas haver uma separação por departamento, e assim não há um relacionamento profundo entre as pessoas dentro das corporações, tanto que elas se referem umas as outras como “A Renata do RH, o Paulo do jurídico, a Sueli do Financeiro e o Ricardo do Marketing”. O netliving, prática de conviver em grupos, ao construir relações e contatos, pode ser a diferença que faltava no networking de vida e carreira, visando ampliar a interação social e o convívio entre os colaboradores de uma companhia, indo além do ambiente profissional.
    Com as festas se aproximando, aproveitar as confraternizações da empresa para expandir o relacionamento com aqueles funcionários que você não tem muito contato é um bom início para aumentar seu ciclo de amigos. Assim, você entende as aptidões, troca experiências, compartilha projetos e constrói uma relação sólida com os novos colegas de trabalho. Para o CEO da Lens & Minarelli, empresa especializada em Outplacement, José Augusto Minarelli, o netliving não é ‘puxa-saquismo’, é um contato de genuíno interesse e que pode e deve ser mantido ao longo da trajetória profissional. “Muito mais que uma estratégia para ampliar oportunidades de carreira e de negócios, o netliving é uma questão de postura diante da vida. Como seres sociais, buscamos grupos afins”, explica.
    O contato com profissionais da mesma empresa pode garantir, futuramente, oportunidades de trabalho com novos grupos e aptidões que podem favorecer e melhorar não só o desempenho dentro da organização, como o de seu colega, afinal, netliving é uma troca cotidiana e constante. A relação pode ajudar a encurtar caminhos, favorecer demandas e conhecer oportunidades de crescimento dentro e fora da companhia atual. O executivo reitera, entretanto, a importância de cultivar relações. “A complexidade do mundo atual impõe a expansão dos horizontes para além das relações mais obvias e naturais, demandando um esforço extra. Já não basta abrir portas. É preciso mantê-las acessíveis”, finaliza Minarelli.

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